quarta-feira, 19 agosto 26

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O Rei Saul , tupiniquim.

O Rei Saul , tupiniquim.

E mais uma vez a história se repete.  Afinal somos os mesmos seres humanos, nossa humanidade  é um modus operante.

E nós precisávamos de um Rei, um grande líder libertador.  Como se fosse possível recuperar grandes problemas estruturais de longa data, descarrega-los nas costas de uma líder.

E clamamos.

Foram varias manifestações do subconsciente coletivo em manifestações políticas sem aparente liderança.

E por iniciativa própria, sem qualquer real capacidade, o nosso Saul se atreveu a candidatar-se.

Sem qualquer estrutura, financeira e política.  Sobre os oportunismos da ascensão das mídias sociais, a oportunidade passou e foi utilizada, a grande mídia foi pega despreparada.

O sistema midiático ainda não havia acordado para a força dos smart-fones e a liberdade que este pequeno dispositivo permite.

Neste lapso temporal das mídias, Deus trabalhou.

– VOCES NÃO PRECISAM DE UM REI, JÁ TEM A MIM, VOCES PRECISAM É DE JUIZES .!  . MAS VOU ATENDE-LOS.

E usando das possibilidades, sem interferir no sistema operante, a eleição foi sendo realizada.

O inimigo, sempre atento, observando, percebeu a grande tendência e força , precisa agir.  Houve uma intervenção na história, sobre o comando de um sistema , foi dado a ordem , a atentado aconteceu.  A teoria da conspiração, foi tirada do armário.   A facada foi deferida, e os passos sequencias da escalada se prosseguiram.

Aquilo que era improvável, impossível, aconteceu. O subconsciente coletivo encontrou-se com a realidade, TEMOS UM REI VIAVEL.  

Elegemos nosso Saul.

Ele foi como prometido, uma belo homem, alto forte, destacado , que nunca tinha se imaginado na função. Chegou a duvidar no início. Em momento algum demostrou capacitação para o cargo.

Um homem familiar, não cosmopolita.  Sempre acompanhado da esposa e muitos filhos.  Carregava continuamente a influencia dos filhos.  Arrastou a família toda para política, em sua companhia. Jogou o trono pelos filhos.

A família sempre foi maior que o reinado.

Muito popular, amado pelo povo , muito temido pelos opositores.  Nunca entendido pela oposição que jamais aceitaria da presidência um homem tão rude e vulgar, com esta linhagem.

Um eminente fachista .

Mas como a historia, se repete. E nossa programação atávica, já estava carregada no modus operante da equipe.  Tudo se repetiu.

Deus assistindo.

O povo como sempre, emotivo e apaixonado.  A oposição afiando suas armas para o rei  despreparado.

O campo de batalha, se apresenta no cotidiano.  Porem a verdadeiro espaço da batalha é espiritual.

Ao Rei , não foi lhe dada a orientação da missão ao qual ele foi presenteado.

Como todos os homens convencionais, jamais conseguiu se posicionar na altura do cargo histórico. 

O rei que a todo instante procurava a preservação familiar de seus filhotes malvados, descuidou da sentinela e entrou na malha do cotidiano do dia dia do homem comum.

E passou a descuidar da voz de Deus e da missão.

Por falta de coragem e envergadura, se confundiu. O inimigo, sabendo de seu ponto fraco , utilizou desta fraqueza muito bem.

A esposa, sim temente a Deus, com sentimento afiado e presente, sentiu a pegada da missão e quem o tinha nomeado.

O Rei , não conseguir se converter ao verdadeiro Cristo. Foi inconstante e inseguro.

Se apoio continuamente em sua popularidade, na proximidade com o povo .   Enquanto a verdadeira missão e a quem deveria prestar contas era para Deus, que foi quem lhe confiou a missão.  Sua função não era levar a Deus oque o povo deseja.  Era justamente o contrario LEVAR O POVO A DEUS , e facilitar esta reaproximação.

E ele não entendeu.

Houveram muitas oportunidades, inúmeras, e Deus sempre esperando, preparando os momentos, as grandes multidões, os grandes movimentos. E sempre faltou alguma coisa no discurso.  Sempre se apresentando como um enviado do povo . E nunca foi.  Toda autoridade é imposta por  Deus.

E o inimigo como sempre , trabalha no contra-ataque.  Veio se formando se estruturando, aproveitando as falhas e rachaduras para entrar e se fixar.

Diante do Rei despreparado, o maior inimigo o fogo amigo.  Devido a sua fraqueza, o exército com seus generais nunca aceitaram o Rei , foram elementos muito determinantes na derrubada do  Rei.

O inimigo já vinha se estruturando na teia do poder a muito tempo.   A teia do pecado conjunto, associado a poder e chantagem se perpetua.  O governo anterior , já havia capacitado os mecanismo de poder com pessoas comprometidas , chaves em determinados cargos que agiriam sistematicamente na estrutura de sustentação do  reinado.

E o Rei não estava preparado.  Distanciava-se cada vez mais de seu superior , mesmo que ELE  estivesse sempre , pela sua misericórdia protegendo e  guiando a massa em seu favor.

A forma de desenvolver a batalha, não ficou muito clara e a fronteira, a fronte nunca ficou exposto, quer é o meu opositor, a quem vou enfrentar, onde ele está?

O Rei tem que saber que vai enfrentar na fronte.

E o Rei , ao primeiro sinal da derrota ,  no resultada da primeira fase da eleição , se desesperou.  Ele acreditava, cegamente que venceria no primeiro turno . Afinal ele jamais tinha visto tamanha popularidade, Deus estava do seu lado.  Eu sou Rei escolhido. Eu sou o escolhido, eu sei , eu estou aqui, eu não tinha a menor possibilidade , eu não sou capacitado. Eu realmente sei que foi Deus que colocou nesta missão. E ele vai novamente agir e me garantir.

Mas não é assim que a vida flui.  Deus não joga dados, e não altera o livre arbítrio de todos. Respeita a ignorância de seus filhos , não tem pressa . Espera o amadurecimento de seus filhos.

Haja paciência.!

Diante da rachadura, da percepção que o Rei poderia ser derrotado e que Deus não se manifestaria.

Saul, se perdeu.  No segundo confronto, no segundo turno nas eleições , se orientou erradamente , e decidiu lutar sozinho .  O inimigo, não tem ética, não respeita regras, usa de todas as artimanhas para vencer, ele sabe fazer compromissos e corromper.  

Os generais, na influencia percebida da fraqueza do rei , demandaram antes que o barco afundasse, como ratos que são.  Ao Rei, restou a sua popularidade.  Grandeza muito estranha e intangível, para não dizer volátil, que vai e vem ao sopro dos ventos das noticiais. 

Ao Rei, faltou a ligação com Deus, sua esposa tentou muitas vezes.

E o medo da derrota, o derrotou.

E oque que ainda marcou o final do reinado, não aceitou a derrota, se ligou ainda mais na popularidade, e não soube orientar o seu povo.  Jogando ainda mais na mente coletiva, que Deus agiria, como agiu para a sua eleição.

O Rei e o povo, clamaram pelo milagre da reversão da derrota.

Mas não á assim que a vida flui. Aos ganhadores, o poder e o despojo.  Para poupar-lhes a vida, a servidão e os seus bens.  As mulheres, o seu ventre, faremos filhos nos ventres das mulheres do inimigo , como castigo pela derrota.

Perdemos, neste momento só nos resta a sobrevivência, e a busca de uma nova oportunidade que nosso Pai nos concederá pela sua misericórdia.

Como homens históricos, aprisionados em nosso tempo , pelas circunstancias , não há tempo e mecanismo para reverter.

A nós o povo, apaixonados e ignorantes, voltamos naquele ponto.

NÃO PRECISAMOS DE REIS , OU LIDERES. JÁ TEMOS DEUS , QUE É NOSSO PAI E NOS AMA , E É MISERICORDIOSO COM NOSSAS FRAQUESAS E NOS GUARDA.

É OQUE NOS RESTA , QUE JÁ É MUITO.

Jose Orlando Witzler  04/05/2023_7:32

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Eu sou eu . Você é você . Eu só consigo ser eu se você for você. Você só conseguira ser você se eu for eu. Ai nós conseguimos conversar. Esta é a intensão deste trabalho. Jose Orlando Witzler. Geração 1961. Engenheiro. Empresário. Pai de família. Observando solitariamente de um farol distante. Sinalizando por este humilde blog.

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