sexta-feira, 21 agosto 26

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A construção dos interesses.

A construção dos interesses.

No desejo de entender como os fatos acontecem , venho descrever o meu pensamento de hoje.

Onde estão as forças:-  Nos partidos políticos , nas famílias, nos negócios, no governo.

Penso que o famoso sistema, seja o conjunto de conexões entre instituições.  Sendo associações, organismos internacionais, comissões , grupos


Quando são criados os organismos, se estabelece uma diretoria e membros para participar, estes membros indicam outros membros dos escalões inferiores.  São construídos arcabouços de documentos, atas diretivas. 

O homem comum não tem tempo para estas reuniões e comissões é mais pragmático.

Porem elas funcionam e se entrelaçam, formam organismos e conexões.  Os membros são sempre pessoas bem formadas e estudas, cosmopolitas e com senso apurado.  

Este conhecimento lhes enche de orgulho e vaidades, e em momento algum a imparcialidade é exigida, a cada reunião sempre prevalece a vaidade pessoal de condução de seus interesses, mesmo que o real interesse seja da corporação.

Este sacrifício, penoso de reuniões e perda de tempo, é recompensado na influência exercida pelos participantes.

O sistema se estabelece e perpetua, a revelia dos governos e da democracia representativa.  Oque impera é a democracia participativa. No entanto os círculos são muito restritos e fechados, não há como participar diretamente.  É uma democracia invertida de cima para baixo.

Estes intelectuais, pela sua vaidade, na primeira oportunidade se desligam de Deus e aproveitam para impor suas pautas.

São sempre intelectuais famintos por recursos e prestigio, em busca de patrocinadores.

E assim a democracia representativa elege seus membros com cabresto atrelado ao eleitor, que muda a cada ciclo de eleições.

No entanto os organismos, a sustentação do poder se dá por influência e presença .  Pois a tecnoburocracia substitui a meritocracia

Os burocratas e puxa sacos sempre vencem neste mundo, vivemos os tempos das hipocrisias e o império da subordinação onerosa.  

Uma frase de efeito, “ quem sabe fazer faz, que não sabe ensina , quem não sabe nem e fazer e ensinar, se esconde na burocracia e gestão coletiva de participação em organismos .  E de forma obscura e rasteira, vende o professor e o oficial, com a documentação.

Mediante ao lobe o instrução vira lei , e se torna modus operante.

Eles vencem e impõem a pauta.

A cada passo da sociedade, há sempre a escalada de mais um degrau de complexidade, a escalada na complexidade é muito árdua e complexa também. Não depende somente do mérito ou da competência.  São outros valores em jogo, sempre a troca de favores cruzados.

Os interesses transversais é que são a moeda de troca do sistema.

E assim caminha.

Toda iniciação passa por um etapa de rito de passagem. Este rito na verdade é alguma transgressão pessoal, que o seu sigilo , é uma necessidade para a escalada e não pode ser revelado.  Este recurso iniciático estabelece o pre requisito aos participantes. Você somente se integra se carregar um passado deste. Ai você sobe, mediante ao mesmo critério com os pares.  A cumplicidade é mecanismo de superação de méritos e interesses.  Esta é a regra da escalada. 

Eu sou, mas quem não é.?

Quem não tem rabo preso , não sobre .

Você precisa aprender a andar com o rabo abaixado no meio das pernas. E´ assim este mundo.

A liberdade e livre arbítrio, não entram.

Ninguém é livre, totalmente.

Todos se auto vigiam e auto mutilam , na busca do consenso participativo dos elementos selecionados.

Os empresários estão imersos na gestão de seu negócio, não conseguem tempo para, perder nestes organismos.

O perfil ideal para o tecno burocrata, é sempre um cidadão cosmopolita, de preferencia sem família, e sem empresa própria, vaidoso e ateu. 

É sempre assim.

Estes elementos dominam o mundo das ideias e dos mecanismos jurídicos e entrelaçamento de interesses e documentos.

Portanto, há que se participar mais destes meios.


A democracia participativa, é o caminho, de participar.

Não consigo identificar oportunidades.

É a vingança dos medíocres, que não conseguem produzir ou ensinar, usam do seu tempo e presença oportunistas em participações e eventos para serem indicados a cargos importantes.

De uma certa forma, uma vez estando presentes exercem a liderança de suas ideias e interesses pessoais.

Não há diretores autênticos que trabalhem pela causa. O objetivo sempre a se manter no poder e na evidencia e se auto impor aos presentes.

Aquela celebre frase no final do filme Advogado do Diabo, a vaidade esta é muito difícil de vencer.

Tudo é vaidade.!!

JOW_01-05-23 – 20:23

José Orlando Witzler
José Orlando Witzler
Eu sou eu . Você é você . Eu só consigo ser eu se você for você. Você só conseguira ser você se eu for eu. Ai nós conseguimos conversar. Esta é a intensão deste trabalho. Jose Orlando Witzler. Geração 1961. Engenheiro. Empresário. Pai de família. Observando solitariamente de um farol distante. Sinalizando por este humilde blog.

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